Instabilidade política na Guiné Bissau
Instabilidade política na Guiné Bissau
Após as eleições realizadas na Guiné Bissau no domingo passado, dia 23, estava previsto que na quinta feira a seguir fossem divulgados os resultados provisórios. Dos 966.152 inscritos nos cadernos eleitorais, estima-se que a participação foi de 65%.

Ao contrário do programado, fomos surpreendidos hoje pelos noticiários da existência de conflitos e pela tomada do poder pelos militares, nomeadamente pelo Alto Comando Militar para a Restauração da Segurança Nacional e Ordem Pública. Fala-se em golpe de estado.
Foram detidos o Presidente Embaló, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Biague Na Ntan, o vice-chefe do Estado-Maior, Mamadou Touré, e o ministro do Interior, Botché Candé, bem como outros líderes políticos
É preocupante que se tenha interrompido o processo democrático eleitoral, que se tenham silenciado meios de comunicação, se tenham encerrado as fronteiras e o espaço aéreo.
Todos os acontecimentos são sinais da fragilidade das estruturas democráticas. Normalmente quem sai mais afectada é a população vulnerável: a Guiné Bissau é considerado um dos países mais pobres do mundo, apesar dos diversos esforços para retirar o país desta situação.
Ouvir o voz do povo e responder com justiça
Procurando ouvir o “grito dos pobres” os Missionários do Preciosíssimo Sangue têm investido na formação, educação, saúde e infraestruturas comunitárias. Rezemos para que os protagonistas actuais compreendam o seu papel fundamental na construção da paz e do progresso da Guiné Bissau.
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